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Imagem de Júpiter tirada pela “Voyager 1” em 1979, a 33 milhões Km de distância. Observam-se pormenores de uns 600 km de comprimento.

Montagem de imagens do sistema de Júpiter, onde podem ver-se o planeta (ao fundo) e os seus satélites maiores, por ordem crescente: Io, Europa, Ganimedes e Calisto.
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Júpiter
O planeta gigante é o centro de um sistema composto por 63 satélites e um ténue anel. Embora Vénus o supere em esplendor no céu da aurora ou do crepúsculo, Júpiter é sem dúvida, o planeta mais espectacular, inclusive para quem apenas disponha de um modesto instrumento óptico para a sua observação. Com o nome do rei dos deuses da tradição greco-romana, situado a uma distância média do Sol de 778,33 milhões Km, demora 11,86 anos a descrever uma órbita (ligeiramente elíptica) completa.
O que mais impressiona neste planeta são as suas gigantescas dimensões. Com um raio de 71.492 Km, um volume 1.300 vezes superior ao da Terra e uma massa equivalente a quase 318 massas terrestres, Júpiter supera todos os outros corpos do Sistema Solar, exceptuando o Sol.
A formação mais espectacular da atmosfera de Júpiter é a denominada Grande Mancha Vermelha, uma perturbação atmosférica, com mais de 30.000 Km de extensão, que já dura há 300 anos.

Imagem da região em volta da Grande Mancha Vermelha, de mais de 30 000 km de comprimento e cerca de metade de largura. O gigantesco torvelinho gira em sentido contrário aos ponteiros do relógio, com um período de 6 dias. Notem-se as nuvens encrespadas, produzidas por movimentos turbulentos da atmosfera à volta da mancha.
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