A melhor imagem colorida de Saturno tirada com um telescópio terrestre, em 1974.


Esta imagem captada pela “Voyager 1” a 5 milhões Km mostra o planeta parcialmente iluminado pelo Sol. Nota-se a complexa estrutura do sistema de anéis: a zona escura é a chamada divisão de Cassini.


Saturno captado pela “Voyager 2” a 21 milhões Km de distância, quando ainda faltavam 20 dias para o ponto de máxima aproximação. Distinguem-se os satélites Tétis e Dione e a sombra projectada de um deles (Tétis) sobre o planeta.

Saturno

Até 1977, foi mais conhecido pela particularidade de ser o único planeta rodeado por um sistema de anéis. A partir de então, graças às observações realizadas a partir da Terra e às fascinantes descobertas das sondas da NASA “Pioneer 11“ e “Voyager 1 e 2”, Saturno tornou-se uma atracção universal.

Depois de Júpiter, Saturno é o maior planeta, com uma massa e um volume 95 e 844 vezes, respectivamente, superiores aos da Terra. Destes dados deduz-se que tenha uma densidade média equivalente a 69% da da água, o que indica que na composição deste corpo celeste predominam os elementos leves, como o hidrogénio e o hélio.

Em Saturno também se observam várias formações semelhantes a ciclones, de cor parda ou clara, embora nenhuma comparável à Grande Mancha Vermelha de Júpiter. Trata-se de óvalos de cerca de 1.200 Km, de duração breve e presentes apenas nas latitudes altas.

A sonda da NASA “Cassini-Huygens” (desde 2005  na órbita de Saturno) comprovou  em Julho de 2008 a existência de um lago com etano líquido, com cerca de 20,2 mil Km2, na região polar sul de Titã, o maior dos 35 satélites do planeta que já possuem nome (o total dos satélites já descobertos é de 60).

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